Imagine qual é a sensação de perceber que uma esfera metálica com cerca de 30 kg e quase um metro de diâmetro está caindo do céu. Pois isso aconteceu na zona rural de Anapurus, no Maranhão. Na quarta-feira, o objeto que acabamos de descrever caiu do céu e, desde então, está intrigando os moradores da região.
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Daniel Ferreira -
24 de fevereiro de 2012 at 20:46
Antonov An-225, o maior avião do mundo, é uma aeronave de origem ucraniana fabricada no ano de 1989 pela empresa de mesmo nome.
O aviãozinho aí é impulsionado por seis potentes motores Progress e seu trem de aterrissagem é composto por 32 rodas espaçadas estrategicamente para suportar seu peso e para a decolagem e aterrissagem seguras sem avariar as pistas. Só existe um Antonov An-225 operando no mundo. O avião recebe o nome Mriya, que em Ucraniano quer dizer “sonho”, ainda que a OTAN lhe dê o nome de Cossa.
Nome: Bagger 288 Fabricante: Krupp AG Origem: Alemanha Dimensões: 92 Metros de altura, 215 metros de comprimento (2,5 campos de futebol). Peso: 45.500 toneladas Outras informações: Custou US$100 milhões, levou cinco anos para ser planejada e manufaturada, e mais cinco anos para ser montada. A rotativa tem 70 pés (21,336 metros) de diâmetro e é composta por 20 pás, com capacidade para 15 metros cúbicos cada uma (uma pessoa de 1,80 metro pode ficar em pé dentro dela). Ela move-se sobre 12 lagartas – 8 na frente e 4 atrás -, cada uma delas medindo 3,6 metros de largura, 2,4 metros de altura e 14 metros de comprimento. Sua velocidade máxima é de 10 metros por minuto. Tem capacidade para remover 76.455 metros cúbicos de material por dia.
Com todo esse tamanho, requer apenas cinco pessoas para operá-la.
Muita gente, apesar de gostar ou ter vontade de experimentar a variada gama de pimentas existentes, tem receio de fazê-lo por temer passar mal ou ter algum desconforto gástrico.
Pimentas diversas
Porém, a realidade é diferente do que se imagina, para a surpresa de todos e felicidade dos que gostam, mas a temem. Segundo o
gastroenterologista e cirurgião da obesidade Dr. Almino Cardoso Ramos, do Hospital Santa Rita, de São Paulo, há trabalhos experimentais mostrando que pimenta não faz mal nenhum, pelo contrário, faz bem. “É importante, porém, levarmos em consideração o fato de ser comum encontrarmos indivíduos que dizem que a pimenta piora a sensação de dor no estômago, provavelmente pela vasoconstrição, o que diminui a irrigação da mucosa; contudo, nada está comprovado a esse respeito”, afirma.
Segundo Ramos, o consumo de pimenta é essencial para quem tem enxaqueca ou dor de cabeça crônica. “Isso pode cair como uma bomba, pois o que aprendemos, desde crianças e que está enraizado em nossa cultura, é que a pimenta piora todos os quadros, o que não é verdade”, explica. O médico também informa que a substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde. No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina. Na pimenta vermelha, é a capsaicina.
“As pimentas provocam a liberação de endorfinas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica” diz o gastroenterologista. De acordo com ele, o mecanismo é simples. Assim que a pessoa ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem de que a boca estaria pegando fogo. Tal informação gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de “salvá-lo” desse fogo. É quando a pessoa começa a salivar, a face transpira e o nariz fica úmido, tudo isso no intuito de refrescar. Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação, inicia, imediatamente, a produção de endorfinas que geram a sensação de bem estar e euforia.
“Entre outros benefícios, a pimenta impede a coagulação do sangue e, portanto, evita tromboses, contendo vitamina E e chegando a ter seis vezes mais vitamina C do que a laranja. Ela também reduz o risco de doenças como o câncer, a catarata, o mal de Alzheimer e até o diabetes. Pesquisa científica também elevou o status da pimenta de simples tempero para poderoso aliado no auxílio da saúde e prevenção à depressão e outros males que afetam o humor e a disposição dos seres humanos. Pelo que se vê, a pimenta não merece a fama que tem”, finaliza Dr. Almino Cardoso Ramos.
Sabe aquele ditado de que diz que cara ruim é fome. Pois ele é verdadeiro e tem explicação científica. Segundo pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, a raiva que algumas pessoas sentem quando estão com fome pode ser resultado das flutuações de serotonina no cérebro, o que ocorre, frequentemente, quando a pessoa esta em estado de estresse ou há muito tempo sem comer.
O estudo envolveu voluntários saudáveis que tiveram seu nível de serotonina alterados através da manipulação da dieta. Foram utilizados exames de ressonância magnética funcional (fMRI) para mapear e medir a atividade cerebral dessas pessoas enquanto viam imagens de rostos com expressões de raiva, tristeza e neutras.
Os resultados relevaram que baixos níveis de serotonina provocaram comunicações mais fracas na amígdala (regiões específicas do sistema límbico emocional do cérebro) e nos lobos frontais. Segundo os pesquisadores, isso pode sugerir que quando os níveis de serotonina estão baixos fica mais difícil para o córtex pré-frontal controlar as respostas emocionais para raiva geradas dentro das amígdalas.
O tempo que o bebê passa no útero é crucial para o seu desenvolvimento cerebral, e de acordo com uma nova pesquisa, não é apenas o feto que é influenciado por esse período. As mães também sofrem alterações no seu sistema nervoso durante a gestação que a preparam para a maternidade.
Algumas grávidas reclamam de se sentirem mais distraídas e com memória fraca durante a gestação, e a causa disso pode ser os altos níveis de hormônios sexuais. Mas pesquisadores ainda conhecem pouco sobre o tema. Eles acreditam que as mudanças que ocorrem nos cérebros das mamães as ajudam a entenderem melhor o bebê, se tornando mulheres mais sensíveis. As alterações que acontecem na área do cérebro responsável pelo processamento da emoção e da memória preparam as mulheres para os cuidados com o filho.
“A gravidez é um período crítico para o desenvolvimento do sistema nervoso das mães”, afirma Laura Glynn, que desenvolveu uma pesquisa sobre o tema. “Pode haver um custo (como os problemas de concentração), mas o benefício é uma mãe mais sensitiva e eficiente”, completa.