set 03

Primeira noite dos recém-casados. Na cama, a moça diz ao rapaz:
- Sabe, amor, eu não disse a você, mas eu não sei fazer nada de nada!

- Não se preocupe, minha linda! Você tira a roupa e deita sobre a cama, e deixa que eu faço o resto!

E ela, muito meigamente, responde:
- Não amor! Trepar, eu trepo bem pra cacete desde 12 anos. O que eu não sei é lavar, passar, cozinhar, arrumar a casa.

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set 03

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set 03

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set 03

Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem. Uma pergunta a outra:
- Como vão seus dois filhos… A Rosa e o Francisco?
- Ah querida… a Rosa minha filha, casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. Você acredita que ele levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu neto, faz o café da manhã, lava as louças e ajuda na faxina, só depois então vai para o emprego. Benza Deus aquele meu genro!
- Ah amiga… que ótimo! E o seu filho, o Francisco? Casou também?
- Casou sim, querida. Mas tadinho, deu muito azar. Casou-se muito mal…Você acredita que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas do meu neto, fazer o café da manhã, ainda tem que lavar a louça e ainda ajuda na faxina! E depois de tudo isso o coitadinho ainda sai para trabalhar para sustentar a preguiçosa da minha nora, aquela porca!

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set 03

Para que você nunca fique sem sua preciosa cerveja, quando viajar, leve junto o dicionário de como pedir cerveja educadamente em 21 idiomas diferentes. Em alguns casos, o correspondente ao nosso “Saúde” também virá a calhar::

Inglês: “One beer, please” – “Cheers”;
Espanhol: “Una cerveza, por favor” – “Salud”;
Italiano: “Una birra, per favore” – “Salute”;
Francês: “Une bière, s’il vous plait” – “Santé”;
Latim: “Unam cervesiam, si placet” – “Sanitas bona”;
Grego: “Mia beera, parakalo” – “Iamas”;
Alemão: “Ein Bier, bitte” – “Prost” (Alemão); “Ein Prosit” (Dialeto bávaro);
Holandês: “Een bier alstublief” – “Proost”;
Flamenco: “Een pintje alstublief” – “Proost”;
(idioma falado na Bélgica, junto com os 3 idiomas oficiais – Francês, Holandês e Alemão);
Dinamarquês: “En øl, tak” – “Skål”;
Suéco: “En öl, tahk” – “Skaal”;
Norueguês: “En øl, takk” – “Skål”;
Finlandês: “Yksi olut, kiitos” – “Kippis”;
Tcheco/Eslavo: “Jedno pivo prosím” – “Na zdraví”;
Polonês: “Jedno piwo prosze” – “Na zdrowie”;
Russo: “Odno pivo pozhaluista” – “Na zdorovje”;
Húngaro: “Egy sört kérek” – “Na zdrave”;
Japonês: “Birru o ippon kudasai” – “Kampai”;
Coreano: “Magjoo hanna Juse-yo” – “Chukbae”;
Chinês Mandarim: “Ching gai wor e ping pea jou” – “Gan Bei”;
Chinês Cantonês: “Ng goi bei gee bear jou” – “Gom bui”.

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set 03

Uns 600 milhões de homens em todo o mundo a usam. Na Alemanha, cada homem tem umas 20 gravatas. Muitos já se perguntaram com certa irritação, ao colocá-la: Quem foi que inventou isso? Onde ela se originou?

Steenkerke, uma cidade na Bélgica, reivindica a honra de ter “inventado” a gravata. Em 1692, forças inglesas fizeram um ataque-surpresa contra as tropas francesas aquarteladas ali. De acordo com o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung, “os oficiais (franceses) não tiveram tempo de se vestir adequadamente. Mas, num piscar de olhos, eles ataram os lenços do uniforme ao redor do pescoço num nó solto e enfiaram as pontas nas casas dos botões da jaqueta. Voilà, nasceu a gravata!” No entanto, a novidade da moda lançada pelos soldados não era exatamente nova. Os peritos na história das gravatas explicam que, séculos antes disso, os guerreiros do imperador chinês Cheng (Shih Huang Ti) usavam um tipo de lenço dobrado ao redor do pescoço, para indicar a sua posição.

Talvez os mais famosos, no entanto, fossem os lenços usados pelos croatas que lutavam pelo Rei Luís XIV, da França. Durante um desfile de vitória em Paris, os franceses ficaram tão encantados com os lenços usados pelos croatas que os chamaram de cravates, alusão a Cravate, que significa croata, e também passaram a usá-lo. “Dali em diante”, escreve o jornal, “não havia como parar a moda das gravatas, embora os soldados em Steenkerke tenham sido os primeiros a atar o lenço com um nó”.

Durante a Revoluçâo Francesa (1789-99), o homem indicava a sua inclinaçâo politica pela cor de seu “croata”, ou lenço, em torno do pescoço. No século 19, a elegante sociedade européia “descobriu” esta peça do vestuário. Foi então que a cravat foi elevada do cenário militar e político, passando a fazer parte do guarda-roupa masculino. Hoje, a gravata não só é aceita no mundo todo; em certos ambientes e eventos, é obrigatória.
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ago 29

“Experiência não é o que acontece com um homem; é o que um homem faz com o que lhe acontece.”

Aldous Huxley

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ago 29

O consumo de carne vermelha e carne processada – incluindo bacon e salsicha – aumenta bastante os riscos de doença cardíaca entre as mulheres, segundo estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos. Por outro lado, de acordo com os autores, ingerir alimentos ricos em “proteínas saudáveis” – como peixes, aves, laticínios desnatados e castanhas – pode reduzir os riscos de desenvolver problemas cardiovasculares.

Publicados na edição de agosto da revista científica Circulation, o estudo com 84 mil mulheres com idades entre 30 e 55 anos indicou que aquelas que comiam duas porções de carnes vermelhas por dia tinham 30% maior risco de desenvolver doença cardíaca coronariana do que aquelas que comiam apenas meia porção diariamente. E esse risco era reduzido em 30% se a carne vermelha fosse substituída por castanhas e nozes; e em 19% e 24% se a escolha fosse por aves e peixes, respectivamente.

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ago 28

Pesquisadores da Universidade de Bochum, na Alemanha, descobriram os motivos que fazem com que os peixes não congelem até a morte no Oceano Ártico, de águas extremamente gélidas. A equipe de pesquisa divulgou seu trabalho na Revista da Sociedade Americana de Químicos, segundo informações do site Science Daily.

Foi descoberto um sistema natural anticongelamento. Uma proteína com essa capacidade no sangue dos peixes afeta as moléculas da água ao seu redor e evita o congelamento. Não há química entre a proteína e a água, apenas a presença da proteína já é suficiente.

As águas do Oceano Ártico não costumam variar além de 0°C, e o ponto de congelamento do sangue dos peixes é de 0.9 °C. Portanto, se não ocorresse a ação do sistema anticongelante, os peixes morreriam. O funcionamento exato das proteínas continua indefinido para os cientistas.

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ago 28

O Sol é movido a hidrogênio, que se funde no calor do seu núcleo numa reação parecida com um reator atômico. Ele transforma hidrogênio em hélio. “A estrela produz 40 trilhões de megatons de energia por segundo“, diz o astrônomo Augusto Damineli, do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo.

Tudo isso é emitido em raios gama, uma radiação invisível e quentíssima. Esses raios queimariam o sistema solar, mas, ao atravessar as várias camadas do astro, são convertidos em raios de luz, mais suportáveis.

Assim, a temperatura de 10 milhões de graus Celsius da radiação do núcleo é reduzida a 6 000 graus Celsius. Há 4,6 bilhões de anos, ao nascer, o Sol tinha hidrogênio suficiente para queimar durante 10 bilhões de anos. Hoje, a metade desse estoque já se acabou. Quando não restar nada, daqui a 5 bilhões de anos, ele vai queimar o hélio que gerou. Isso durará mais 1 bilhão de anos e será um inferno, pois a queima do hélio gera mais energia e calor que a do hidrogênio.
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ago 25

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ago 20

A família inteira estava no carro voltando do feriadão na praia. Quase chegando em casa, um policial rodoviário manda o carro parar:
- Por favor, os documentos, do senhor e do veículo. Sabia que estava a cento e quarenta por hora e que a velocidade permitida aqui é apenas noventa?
- Não seu guarda, eu estava a noventa, tenho certeza disto.
A sogra, sentado no banco de trás entre as crianças, começa a participar da conversa:
- Ah, Paulo Ricardo, que é isso! Você estava a 140 ou mais!
O cara olha para a sogra vermelho de raiva. O policial continua:
- E sua lanterna direita não está funcionando…
- Minha lanterna? Nem sabia disso. Acho que queimou durante a viajem.
E a sogra corrige:
- Ah, Paulo Ricardo, que mentira! Faz quase um mês que você está falando que precisa trocar a lâmpada da lanterna!
O cara fica quase louco e faz sinal à sogra para ficar quieta. O policial:
- E o senhor está sem o cinto de segurança.
- Mas, seu guarda, eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
- Ah, Paulo Ricardo, mentindo de novo? Você nunca usa o cinto!
O cara explode e grita com a velha:
- Cacete! Dá pra calar a boca?
O policial chega perto da janela da sogra e pergunta:
- Esse sujeito sempre grita assim com a senhora?
E a sogra que colabora responde:
- Não, não senhor, seu guarda. Só quando bebe!

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ago 20

Após a queda do time para a segunda divisão, um Corinthiano resolveu se apegar a fé para pedir pelo seu time. Assim no domingo pela manhã, entra ele na igreja e depois de algum tempo inicia-se o sermão do padre que diz:

- Corinthias 1, Versículo 3.
Eis que o Corinthiano revoltado, saindo da igreja exclama!
- Orra, meu! Até aqui na igreja o timão tá perdendo!

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ago 20

- Padre, ontem eu dormi com meu namorado.

- Mas isso é pecado, e pecado mortal minha filha.

Reze cinco Pai Nosso de penitência!

A jovem fica mais algum tempo ajoelhada, pensa um pouco, e depois pergunta:

- Padre, e se eu rezar dez Padres Nossos? Será que posso dormir com ele hoje de novo?

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ago 20

Muita gente não sabe, mas a BCG é a sigla do nome: Bacillus Calmette-Guérin em homenagem aos seus inventores. Ela é muito eficiente para evitar e tuberculose e é indispensável que os bebês tomem essa vacina, mesmo sabendo que depois ficará aquela marquinha.

Existem vários mitos envolvendo a marquinha da BCG. Por exemplo, antigamente se dizia que a enfermeira esquentava a ponta da agulha antes de usá-la e por isso a marca de queimadura ficava. Mas não é nada disso, aquela marquinha é formada a partir de uma reação do nosso organismo aos componentes presentes na vacina. Um dos componentes da BCG é uma bactéria responsável pela tuberculose em bovinos, chamada Mycobacterium bovis. Usada para vacina em um estágio enfraquecido.

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ago 16

Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: – Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais… E ela diz: – Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA:

Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: ‘Quero ser feliz ou ter razão?’
Outro pensamento parecido, diz o seguinte: ‘Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.

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ago 16

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: Bum!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
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ago 14

“Boa sorte”, “cruze os dedos”, “bate na madeira”… A gente sempre solta umas do tipo, né? Mesmo sabendo que o efeito dessas superstições é nulo. Mas aí aparece um estudo  da Universidade de Colônia, na Alemanha, para mostrar que, no fim das contas, não, não é nulo. Pelo contrário: segundo os pesquisadores, se agarrar a amuletos (tipo trevos de quatro folhas) ou dizeres de sorte (o próprio “boa sorte!”) aumenta mesmo as chances de sucesso.

Em quatro experimentos, voluntários com a superstição aguçada tiveram melhor performance em jogos de golfe, anagramas, testes de coordenação motora e de memória. No golfe, por exemplo, os que acreditavam estar jogando com “bolas da sorte” se saíram 35% melhor. E por quê? “A superstição impulsiona a confiança no próprio sucesso em dada tarefa, o que melhora a dedicação e, por consequência, a performance”, explica o estudo.

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ago 14

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ago 09

Na aula de pintura, o já tradicional doido pegou o pincel e pintou uma porta na parede.
Depois, chegou pro médico e disse:

-Eh eh, olha só o que eu vou fazer:

-EI GALERA, VAMOS FUGIR, TEM UMA PORTA AQUI!!!

Os doidos iam correndo, trombavam na parede e esborrachavam no chão. O médico pensou:

“Esse daí já deve estar bom, olha só a sacanagem que ele fez”.

Aí o doido disse:
- Doutor, olha como esses caras são burros, não sabem que a chave está comigo.

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